Layla

Humana, mãe de Tuco.

Layla era líder de uma das guildas de ladrões de Leptos, uma das maiores cidades da região dracônica, sob o controle dos dragões verdes.

Embratel, pai de Tuco, apaixonou-se por Layla ainda solteiro, em missão diplomática a Leptos, quando ela supostamente tentou assassinar o embaixador élfico, chefe de Embratel. Impedida e feita prisioneira, ela firmou um acordo e, ao menos aparentemente, mudou de lado, vindo a caçar seus contratantes anteriores; jurou a Embratel que se arrependera e abandonara o caminho de matadora de aluguel. Nesta época tornaram-se amantes e, juntos, caçaram e mataram os gigantes que haviam contratado Layla por meio de terceiros, no interesse de perturbar as negociações de paz.

Sob o pretexto de que ainda havia investigações a fazer, Embratel levou Layla consigo de volta a Lebon. Uma noite, após procurá-la sem sucesso em seu quarto, ele a encontrou roubando uma importante relíquia dos cofres de Lebon (um dos três artefatos que abre o portão para as minas debaixo das Montanhas Kustu), tendo deixado um pequeno rastro de corpos de guardas no caminho. Desarmado, ele implorou de joelhos a ela que se entregasse e voltasse a ele, mas ela respondeu com uma estocada de sua rapier; foi Aneel, irmão de Embratel, que surgiu neste momento para impedi-la. Segundo ele, Layla chorava quando afinal conseguiu escapar.

Meses depois, Anatel foi deixado na porta do castelo, um pequeno bebê, com uma carta endereçada a Embratel, na caligrafia de Layla, explicando-lhe que se tratava de seu filho.

Muitos anos depois, ela vem a encontrar-se com o filho e o restante dos heróis, enquanto estes exploram a Universitas, no subterrâneo das Kustu.

Layla

Memórias Draconianas orapouso HeitorCoelho