Memórias Draconianas

Jornada às Montanhas Kustu

Sessão 01
Mestre: Fernando
Logger: Balbi
Jogadores presentes: Balbi, Bruno (web), Cebola (web), Heitor, Raposo, Tiquinho, Pedrinho

Chuvas nas Montanhas Kustu

Na boa taberna conhecida como O Andarilho, na cidade de Languelok, no montanhoso reino de Turatan, uma boa platéia presenciou o grande espetáculo de Luthiel, que entoou com muita propriedade um épico dos anões, a respeito do cisma entre elfos e anões, conhecido como Chuva nas Montanhas Kustu, um território antes dividido pelas duas raças com muito sangue derramado, hoje conta apenas com um forte abandonado com seus maravilhosos artefatos com os quais poderia se chegar às estrelas.

Expedição às montanhas

Toda a performance foi apreciada com particular interesse pelo temido pirata Mondragon, pelo recém consagrado clérigo do trovão chamado Tupã, pelos meio elfos Iodrick – o ranger caçador de gigantes, e Tuco – um bastardo da família Cersibon, além do mago anão conhecido como Etnos Fireanvil, e de dois ex-integrantes de um circo intinerante, Slipo – o palhaço, e Bronco, o halfling, ex-domador. Percebendo que havia um tino de aventura em seus olhares, Luthiel abordou o grupo propondo uma expedição às Motanhas Kustu, que além dos citados artefatos, guardaria possivelmente muitos tesouros e grandes murais que aprofundariam a narrativa presenciada por todos; tudo possivelmente tomado por goblins, dos quais já se ouviu falar.

Reunião na taverna

Todos se apresentaram e então Luthiel explicou que as montanhas fazem parte do feudo no reino de Turtan, de um jovem dragão vermelho desgarrado do Império Dracônico. Arguido por Iodrick sobre a oportunidade da expedição, o bardo diz que o interesse primário é de natureza arqueológica, seu e de sua mãe, e que o local provavelmente ainda não entrou na rota dos caçadores de relíquias porque é perigoso, fora das rotas comuns de viagem e pouco conhecido.

Começa a jornada

Depois dos últimos acertos, Luthiel parte com seus novos companheiros rumo ao nordeste, para as Montanhas de Kustu. A estimativa é de 1 semana, a pé, até a Vila de Nifelapit.

Falcões e uma cabana

No caminho encontram logo cedo seu primeiro desafio: vários falcões, incomodados, passaram a atacar o grupo mas não causaram nenhum transtorno e foram logo abatidos. Ao fim do dia encontram uma cabana no meio da viagem e um elfo pastor os recebe para um descanso. Fornece abrigo, mantimentos e provisões ao grupo, inclusive uma enorme roda de queijo amarelo e em troca Slippo promete se casar com sua filha. Falam a respeito de Leding, o famoso barco élfico que faz a segurança de toda a comunidade de Langedok.

A morte ceifa sua primeira alma

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Voltando à estrada, já no pedregoso sopé das Montanhas de Kustu, o grupo avista uma grande hydra de 5 cabeças. Todos rapidamente se escondem ou buscam se afastar dela, exceto Mondragon, que confia em seu machado e seu escudo e corre para cima da criatura, para se ver sozinho e indefeso ante à voracidade do monstro. Rapidamente suas bocarras disputavam a carne do bárbaro.

Refugiado no topo de um pilar em ruínas, o resto do grupo consegue abater com muito custo a hydra, com a inesperada ajuda de Leon Herrera, guerreiro que estava à procura do recém abatido Mondragon, contra quem tinha uma vingança. Slippo brilhou especialmente na batalha, distraindo a besta breves mas preciosos momentos, jogando barranco abaixo o enorme queijo que ganhou.

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Ataque Goblin nas Montanhas Kustu

Sessão 02
Mestre: Balbi (web)
Logger: Bruno (Balbi)
Jogadores presentes: Fernando, Bruno (web), Cebola (web), Heitor, Raposo, Tiquinho, Bhering (web)

As Montanhas Kustu

As montanhas Kustu, predominantemente de rochas sedimentárias, estavam desertas, sem vida. A Hydra que atacou o grupo dias atrás estava com fome e por isso se afastou tanto, chegando ao sopé da montanha. Iodrik subiu na frente por caminhos que já foram estradas circundando os montes, hoje abandonadas, e o grupo seguiu furtivamente. Atrás de uma grande pedra, foi o local ideal para o acampamento.

Ataque dos goblins

Para descansar, o grupo se dividiu em 4 duplas para fazer os turnos. Luthiel fez dois turnos por ser elfo e não precisar dormir, somente meditar por poucas horas. (turnos: leon + lutiel; tupa + etnos; iodrik + slipo; tuco + bronco)

No terceiro turno de vigília, quando Tuco, Luthiel e Slipo estavam alertas, aconteceu a aproximação de um pequeno humanóide, criatura verde e silenciosa, escalando pedra abaixo. Foi rendido por Tuco com a rapier em sua goela, mas morreu debaixo de um pedregulho que foi empurrado paredão abaixo. A pedra também arruinou parte das provisões do grupo. Flagrado, o outro humanóide que fez a pedra rolar sobre o acampamento começou a escalar paredão acima, mas caiu depois de levar pedrada de Slipo e morreu na queda. Uma terceira criaturinha apareceu, mas Iodrick atira uma flecha e erra o alvo, que foge. Eram goblins.

Enquanto o grupo se recuperava da noite mal dormida, apareceu um andarilho perdido que já observava de longe. Ele ouviu os sons da luta e seguiu até ali. É um meio-elfo, Jean. O grupo resolve aceitá-lo e todos seguem montanha acima em busca de aventuras.

Em um momento da trilha, 3 dias à frente, no topo de uma rocha, há uma grande fenda de cerca de 3 metros. Depois de diversas tentativas mal sucedidas de Iodrick e Tupã saltarem, seguros por cordas, Luthiel consegue pular, munido de pitões presos a predra. Do outro lado, três goblins esperam para atacá-lo, mas acabam derrotados e todos passam de um lado para outro com ajuda das cordas. Com os globinóides, encontram belas cimitarras élficas.
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A vila deserta

Dois dias depois, o grupo chega até um platô, no centro do qual está a pequena vila de Nifelapit, de arquitetura élfica, em torno de um templo. Há traços de uma murada antiga e, aproximando-se de um dos edifícios, o grupo percebe vários corpos de elfos destroçados, mortos há cerca de uma semana. Ela é a última vila antes da fortaleza e aparentemente quem sobreviveu saiu da cidade em direção oposta à fortaleza, pelos rastros deixados recentemente.

Enquanto metade do grupo foi até a vila furtivamente, a outra metade ficou recuada, escondida atrás de pedregulhos no caminho. Um grupo de, aparentemente, cinco goblins, é avistado no topo de outra pedra, bem longe ao sul, e tudo indica que avistaram o movimento em Nifelapit.

Quando o segundo grupo chega também à cidade e começa a investigar o primeiro dos seis edifícios de moradia. Etnos ativa feitiço e consegue indentificar, embaixo de uma lage solta no chão, que algum objeto emana forte mágica e assim descobre uma grande arca, muito bem ornada em prata.

Tuco abre com facilidade a fechadura mas, ao tentar abrir a tampa, acontece uma explosão de chamas que queima quem está no local. Percebendo que aconteceria novamente, o ladrão consegue abrir a arca de longe, sem ninguém sofrer com a explosão, e barrar a tampa de se fechar novamente.

A recompensa foi um escudo mágico, uma cimitarra mágica, de aparência similar às encontradas com os goblins, uma bolsa vazia também emanando magia e 1250 moedas de ouro.

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A Ponte do Desespero

Sessão 03
Mestre: Balbi
Logger: Bruno
Jogadores presentes: Fernando, Bruno (web), Cebola , Heitor

Acaba a Calmaria em Nifelapit

Uma densa neblina cobre a área. Bronco se prontifica a guiar Jean, andarilho que encontraram, até um caminho aparentemente seguro para fora das Montanhas Kustu.

Os itens mágicos são divididos. Iodrick fica com o escudo e com a cimitarra, Luthiel com a bolsa. As moedas de ouro da arca também são repartidas e as jóias guardadas para terem seu valor apurado. Eles decidem olhar os galpões de madeira no fim da vila, em busca de suprimentos. No caminho Iodrick examina um dos corpos dos elfos e retira um pequeno pedaço de tunica contendo o seu símbolo sagrado. Visivelmente tudo tinha sido saqueado há pouco, mas alguma ração é coletada do chão e guardada pelos aventureiros.

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Ao fim da coleta, porém, um enorme pedregulho cai do pico rochoso que faz sombra sobre Nifelapit e despenca sobre o teto, arrasando parte do galpão, ferindo alguns e deixando Slipo inconsciente à beira da morte. Ao lado cai também um goblin, que morre no ato.

Enquanto Iodrick recolhe o corpo de Slipo para tentar recuperá-lo, outro pedregulho cai e arrasa outra parte do galpão que, com sorte, não tinha ninguém.

O grupo se apressa e Iodrick arrebenta uma das paredes de madeira e sai do galpão, seguido pelos demais, ja com Slipo de pé, graças à cura mágica feita por Tupã. Logo descobrem que há vários goblins nas janelas do templo e fora dele, a grande maioria armada de arcos e flechas, exceto três que parecem ter alguma liderança, um em especial, vestindo uma tabarda vermelha esfarrapada. Eles gritam algo que apenas Iodrick, que fala o idioma goblin, entende: exigem rendição e clamam pelos tesouros.

Logo Tupã faz uma magia sancturary e grita eloquentemente o nome do deus Scha’Zhan, fazendo com que os goblins comecem a disparar flechas contra o grupo. Content Not Found: bungrak-stormshield solta projéteis magicos no líder, que fica gravemente ferido.

Com Luthiel desacordado, o grupo recua para tomar cobertura dos escombros do galpão. A troca de tiros continua; as flechas aliadas concentrados no líder goblin que, muito ferido, comanda uma retirada até o templo. Um disparo de Iodrick porém consegue abatê-lo antes de conseguir cobertura.

Logo em seguida, outro pedregulho rola do pico próximo abaixo, atingindo o grupo em cheio e arrebentando ainda mais a estrutura do galpão. Tuco e Fireanvil ficam presos debaixo da pedra mas Leon consegue movê-la e libertá-los.

Em posição complicada, Tupã cura Luthiel e resolve fugir pelos fundos do templo, entre ele e o paredão rochoso, até o caminho rumo ao forte, a nordeste. Leon e Tupã levantam com auxílio dos demais uma tábua grande e pesada de madeira dos escombros e a utilizam como cobertura. Luthiel faz ilusão que faz parecer que a tábua fora feita de metal.

O grupo consegue atravessar protegido o espaço, recebendo no processo dezenas de flechas na tábua; algumas incendiárias, que ao fim da travessia já faziam a madeira arder, ferindo levemente o guerreiro e o sacerdote. Os goblins, porém, ficaram para trás, entocados no templo.

Contornando o platô, o grupo percebe o que aparentemente acuava os goblins: um grupo de grifos sobrevoava a região e fazia ninho ali perto, mas pareceram não se importar com os heróis em fuga.

Churrasco Magro

O grupo avança pelo caminho entre as pedras em meio ao fog. Iodrick segue de batedor e encontra uma bifurcação: um caminho aparentemente mais íngreme leva imediatamente ao topo da rocha mais próxima à fortaleza, a essa altura já visível ao longe, ainda que encoberta pelas brumas; e outra rota mais acidentada que contorna a pedra e parece ser um caminho mais longo, porém menos íngreme.

Seguindo pela segunda rota, ele sente um cheiro de carne queimada vindo de uma imensa fenda no paredão de rocha, por onde passaria seu caminho.

Aproxima-se com cuidado, mas atrapalhado pela bruma, só consegue ver a silhueta de um gigante quando há reciprocidade no reconhecimento, a cerca de 30 metros de distância. Uma figura de 5 metros, bem parruda e bruta.

A criatura prontamente começa a gritar que está com fome, que sente cheiro de comida, que não aguenta mais carne de goblin (Iodrick também fala o idioma dos gigantes), enquanto arranca um grande toco de árvore ressecada do chão. Mais três gigantes a ele se juntam, vindos de uma espécie de assentamento na fenda. Iodrick foge de volta. Enquanto isso, o grupo descansa, e monta guarda avançada.

Quando todos resolvem levantar acampamento, Iodrick chega anunciando que os gigantes finalmente resolveram caçá-los. Entendeu na conversa dos monstros que eles estão certos de que o grupo estaria junto dos goblins, entocados no templo, e assim conseguem despistar os gigantes seguindo pela primeira rota rumo à pedra da fortaleza.

A Ponte Sobre a Fenda

O grupo escala a pedra e chega ao topo. A fenda na base da pedra era relativamente estreita mas no topo fica gigantesca, com cerca de 60 metros de abertura, separando a porção da rocha onde se encontra a fortaleza de Kustu, que se agiganta a norte, esculpida na pedra. Uma ponte suspensa, bem frágil, balança ao vento, fazendo a travessia.

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Luthiel e Iodrick seguem na frente e ao chegarem no meio da garganta notam que no paredão rochoso em frente à ponte, entre um caminho que contorna a rocha descendo e outro subindo, há dois humanóides bestiais de pelagem bem clara e bastante densa, presos por mordaças acorrentadas à pedra. O ranger os identifica como Quaggoths, criaturas que costumam ser vistas utilizadas como guarda por Elfos Negros no subterrâneo.

Os heróis resolvem disparar contra eles, aproveitando que estão acorrentados, mas ao primeiro sinal de agressão um apito é soprado por um goblin escondido do outro lado e imediatamente dois outros correm para soltar as feras.

Percebendo a ação dos pequenos, os disparos passam a mirá-los enquanto o resto do grupo avança na ponte. O goblin que soou o apito passa a atirar flechas contra a ponte junto com outros dois que também revelam a posição.

Os goblins vão sendo alvejados mas conseguem liberar uma besta e mais tarde outra, que avançam na ponte enquanto o grupo todo recua.

O combate é sangrento com a primeira criatura enquanto a segunda acaba não oferecendo perigo depois de uma magia bem executada por Fireanvil, que faz a besta rir sem controle e cair da ponte.

Depois de bastante castigada, a primeira fera passa a desferir violentos ataques que derrubam Leon e Tuco inconscientes, sendo abatida por um firebolt de Luthiel em seguida, enquanto Iodrick elimina o goblin do apito, que se encaminhava com faca na mão para cortar as cordas da ponte.

Chegam mais dois goblins que são derrotados com facilidade numa troca de flechas. O grupo toma a posição e enquanto considera se toma o caminho que segue para cima ou para baixo, pensa se o quão perigoso derá descansar e se recuperar dos ferimentos tão perto da fortaleza.

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Curral dos Wargs
Sessão 04 - Primeira sessão todos online

Sessão 04
Mestre: Bruno
Logger: Bhering
Jogadores: Balbi (Leon), Bhering (Jean), Cebola (Iodrick), Fernando (Luthiel) Heitor (Tuco), Raposo (Etnos)

Nas Fortaleza de Kustu, após a batalha com os Goblins,Tupã e Luthiel dispensam curativos nos membros do grupo feridos.

O grupo discute sobre o melhor local para descansar, buscando uma posição mais defensável. Decidem enviar batedores acima e abaixo de sua posição. Iodrick segue caminho acima, valendo-se de sua furtividade, até um portão de acesso, de abas duplas, de madeira e metal fundido. Após alguns momentos de campana, observa recentes rastros de pequenas criaturas, além de humanoides e Lobos Medonhos, indo e vindo da referida entrada. Retorna e comunica ao grupo.

Luthiel canta uma canção de repouso do célebre Bardo Neel ThickGrass chamada Descanso de Valor, e acalma os ânimos dos guerreiros após a batalha estressante. Sua plateia percebe que ele se saía melhor com o seu Alaúde, agora quebrado, que abafava sua voz.

Iodrick então segue o caminho de baixo pela escadaria de pedras até uma porta de serviço menor, entreaberta. Retorna para o grupo com a informação. Após o descanso, todos seguem montanha abaixo.

Tuco, com sua Rapieira à mãe, é o primeiro a adentrar o ambiente, usando sua perícia como bom ladino que é. Logo percebe que não está sozinho. Trata-se de um pequeno estábulo, que abriga algumas celas dotadas de grades de metal. Em três delas estão hospedados Lobos Medonhos, e à frente um grande Besouro-Urso, carregando um Mangual. Além disso, quatro Goblins fedorentos permeiam o local. No fundo, Jean, o andarilho que tinha ido embora com Bronco, encontra-se acorrentado em uma das celas. Tuco aguarda o momento da emboscada…

Luthiel toma iniciativa e dispensa um xingamento no Besouro-Urso, ocasionando dano de efeito moral. Logo em seguida, Iodrick crava uma flechada na criatura, ferindo-o gravemente. O Besouro-Urso, furioso, parte em carga para cima de Iodrick, mas, Tuco, em posição de vantagem, aproveita o deslize e finca sua rapieira nas costas do monstro. O adversário, num surto de fúria, desfere um violento golpe em Iodrick, o qual foi habilmente bloqueado pelo escudo mágico. Leon, por sua vez, brande sua espada em um golpe fatal contra o inimigo.

Tupã, destemido, ingressa na alcova e se prepara para enfrentar seus ocupantes. Etnos se desloca para frente da porta e lança um feitiço de sono, derrubando três goblinoides. Jean, trancafiado em uma das celas, lança um raio contra o goblinoide remanescente e erra o alvo.

Luthiel persiste em seus xingamentos, os quais dessa vez não são suficientes para abalar o Goblin. Tuco, após alguns instantes de ponderação estratégica, mantém-se atrás da porta e avisa Tupã: “Recua, porra!”, para dar passagem aos demais combatentes.

Contudo, Tupã é atacado por um Lobo Medonho, que acaba mordendo o escudo sagrado dos Raios. Iodrick estipula o lobo como sua presa e dispara um tiro certeiro. O outro Lobo Medonho, montado por um goblinoide, desfere uma violenta mordida em Tupã. O impulso do Lobo faz com que o goblinoide perca o momento e erre o seu ataque.

Leon adentra o estábulo, partindo pra cima de um Lobo mas erra o alvo. Tupã, abençoado por Scha’ Zan, tem mais sorte com o seu Martelo de Guerra, acertando em cheio o Lobo que o afronta. Slipo, num exímio solo de bateria, reverbera uma ataque moral no Lobo. Etnos aproveita o enlace das criaturas e, numa encarnação de Morpheu, põe um goblinoide e um Lobo para dormir. Jean, de dentro de sua cela, consegue acertar um raio. Luthiel dispara um dardo de fogo contra o mesmo Lobo, agora, chamuscado, não tão medonho, eis que morto.

Jean monstra-se aliviado em reencontrar o grupo, embora seja por eles interrogado. Explica que foi atacado por uma patrulha, e alega ter derrubado meia dúzia deles antes de ser capturado. O grupo percebe também a presença de um anão, imóvel, na cela remanescente.

Neste ínterim, alguns membros do grupo se preparam para o golpe de misericórdia nos adversários adormecidos. Tuco enterra sua Rapieira no crânio de um goblinoide, espalhando sangue e restos pelo chão. Leon desliza sua longa espada sobre a garganta de outro goblinoide adormecido, encaminhando-o ao seu criador. Slipo brande sua adaga contra um terceiro goblin, enquanto este estava se levantando, mas perde o momento do ataque e o erra. Da mesma forma, Etnos, com seu dardo de fogo, não consegue acertá-lo. O goblinoide, então, investe contra Leon, mas, ainda sonolento, tropeça e cai.

Luthiel investe contra seu adversário verde e o fere gravemente. Tuco se aproveita da vantagem sobre inimigo e penetra sua espada no goblinoide, atingindo a sua alma. Tupã acerta uma martelada no lobo remanescente, enquanto Leon também o atinge, matando-o de uma vez.

Tupã ajuda o Anão preso na cela e o revive. O Anão acorda, e implora ao grupo que acabe com o seu sofrimento. Ele está preso há muitos anos, consumido pela culpa de ter sido o único a se render ao Goblins e Hobgoblins que o atacaram. Informa que perto da Fortaleza havia uma mina, da qual se extraíam pedras que possuíam um brilho vermelho ofuscante, de valor inestimável, razão pela qual outras raças, como elfos e até mesmo um dragão, também a cobiçavam. Após as palavras, o enfraquecido anão sucumbe.

O grupo então decide partilhar os saques e descansar, atento à escadaria que segue para o andar de cima.

Experiência acumulada nesta sessão: 100 XP

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A longa subida e o patio

Sessão 05
Mestre: Bhering
Logger: Raposo
Jogadores: Balbi , Cebola (web), Fernando, Heitor, Raposo

A longa subida

Grupo faz um longo descanso e acorda de manhã sem nenhuma interrupção durante a noite. Tuco vai na direção da escada que é fechada na parte de cima por uma porta dupla de madeira bem larga. A porta tem 3 trancas, das quais duas quebradas e apenas uma ainda segurando. Tuco passa e se depara com um pátio de 6×6, com 4 portas 2 de cada lado. Há outra escada que continua subindo na parede oposta. Tuco começa a entrar nas salas com Iodrik em sua cobertura. Encontra pedaços de carne de diversos animais, quiver, flechas, acessórios dos warg riders. Tuco dá o sinal de que o local está limpo e os outros que ficaram para trás chegam à sala de alimentos dos wargs. Tuco e Slipo sobem o segundo lance de escadas. A escada é em espiral larga e fechada nas laterais. Sobem uns 4 andares até que veêm um leve faixo de luz que vem de uma pequena fresta. Ao olhar para fora o que se vê são as montanhas Kustu. Tuco e Slipo continuam subindo o que parece ser o equivalente a mais 6 andares. Ambos voltam para chamar o grupo e ficam esperando-os subir. Depois de mais 12 andares no mesmo esquema, Tuco e Slipo chegam a uma porta fechada. Ao abrir a porta, se deparam com outro hall de 6×6 metros com 4 portas, novamente 2 de cada lado. No teto há 4 buracos que o grupo identifica como sendo usados para jogar óleo ou atacar (murder holes). Continua tudo escuro. No outro lado do hall encontra-se outra porta, a partir da qual pode-se perceber luz do outro lado. O restante do grupo chega e espera no corredor. Tuco entra no hall. Nos aposentos encontra-se feno, ferramentas, carrinhos de mão. Na porta oposta, Tuco ouve sons de civilização. Ao olhar pela fresta, vê um pátio de terra batida de uns 30m de comprimento e do lado oposto parece ser uma oficina.

O Pátio

Ao tentar ouvir os sons que vêm do pátio, ouvem-se vozes goblin em forma de resmungos. Iodrick, que fala a lingua das criaturas, chega perto da porta para tentar endender algo. Uma voz se sobresai dizendo:

- “Aqueles preguiçosos, mande uma patrulha sair e descobrir o que aconteceu com os outros. Eu vou descansar”.

Outra voz reclama dos goblins de baixo. Sons de movimentação se aproximando. Os membros mais furtivos do grupo (Tuco, Slipo, Iodrick e Luthiel) ficam escondidos nas salas mais próximas às portas e os outros, nas salas mais distantes. A tranca começa a ser retirada da parte de fora e a porta começa a se abrir. 2 goblins entram no recinto. Luthiel e Slipo soltam magia de sono e derrubam os dois e Tuco os mata logo em seguida.

Tuco se dirige à porta para olhar pela abertura deixada pelos goblins. Vê o pátio com 2 fogueiras, uma delas com um goblin, um poço, uma rampa que leva até as ameias aonde se encontram outros 3 goblins em patrulha. Luthiel usa o feitiço ilusão pequena para imitar o som de um dos goblins mortos e diz:

- “Capitão, venha cá!”

Após isso Iodrik ouve o som de panelas sendo atiradas ao chão e uma frase:

- “Droga, esses idiotas não sabem fazer nada direito”

Os personagens se escondem para esperar e um goblin começa a abrir a porta até que se depara com Luthiel. O chefe dos goblins solta um grito e saca sua arma:

- “INTRUSOS!!!”

O goblin ataca Luthiel, que rebate com um Raio de fogo. Slipo manda um Vicious Mockery e Tuco, que estava perto, também ataca e acerta o goblin. Iodrick sai da sala aonde estava escondido e atira uma flecha certeira no inimigo. Leon, que também estava escondido, corre em direção a ele e desfere um golpe que deixa o goblin bem debilitado. Tupã para finalizar sai de outra sala e termina o combate com um feitiço de Fogo sagrado. Enquanto o combate seguia, som de sinos e gritos são ouvidos do lado de fora da sala.

Com medo dos goblins usarem os buracos no teto para jogarem óleo, o grupo recua para dentro da escada e fecha a porta usando um pé-de-cabra para tentar barrar. Vários goblins entram na sala e forçam a porta, abrindo uma pequena fresta através da qual os dois lados conseguem se atacar, ainda que com dificuldade. Assim se reinicia o combate.

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As entranhas da fortaleza

Sessão 06
Mestre: Bhering
Logger: Raposo
Jogadores: Balbi , Bruno, Cebola, Fernando, Heitor, Raposo

A escada da perdição

Depois de 8 rodadas de batalha de dentro da escada, o grupo é surpreendido por mais alguns goblins chegando por trás. Iodrick e Luthiel, que estavam no fim da fila, sustentam grande quantidade de ataques. Luthiel termina incapacitado, mas sobrevive. Jean rapidamente contra-ataca com a magia Sleep e vários goblins caem ao chão sonolentos. Leon chega para ajudar e os outros goblins são facilmente abatidos. Do outro lado do corredor, Tupã mostra o poder de seu deus Scha’zam, usando a magia thunderwave para eletrocutar 6 goblins que estavam prestes a acordar. Depois disso, o clérigo anão cura Luthiel, que estava à beira da morte.

O espolio do combate ficou assim:
Great Sword +2 – Leon
Braces of defense +3 – Tuco
Wand of magic missile – Jean
Potion of super healing – Tupã
Scroll of healing – Slipo
Ring of Warmth – Tupã
Half Plate – Etnos

A fortaleza

Depois de um curto descanso, o grupo entra no pátio principal para explorar. No pescoço do hobgoblin havia uma chave com um símbolo. Etnos consegue identificar que o símbolo é de uma escola. Do pátio é possível ver o palacete principal com as portas escancaradas. O palacete tem 3 andares. Na entrada fica o salão principal com 10×10 metros e uma escada que sobe e se trifurca. A escada do centro acaba em uma porta dupla. Do lado esquerdo seria a sala de jantar e do lado direito a cozinha. No segundo andar encontram-se quartos, onde a mobília está revirada ou quebrada, dando a entender que muito foi usado para fogueiras. Neste andar também se encontra o quarto do feiticeiro e outro do líder Hobgoblin. Num canto, jogados, encontram-se sacos com moedas (2100 gp, 800 sp, 500 cp) e espólios de 3 outros aventureiros mortos.

Na mesa do Hobgoblin, Iodrick encontra uma carta que descreve os encontros e os acontecimentos dos últimos dias. Ela seria enviada para o mestre do Hobgoblin. Há também um mapa da região que Iodrick examina e leva consigo.

Os personagens se dirigem para a porta dupla e ao entrar há um outro pequeno pátio. No outro extremo encontra-se uma ponte meio quebrada que fica por cima de um precipício muito alto. A ponte leva a uma porta dupla que parece ir para dentro da montanha. No alto da porta encontra-se o mesmo símbolo que da chave. Slipo se voluntaria para atravessar a ponte. Com alguma dificuldade, mas sem perigo, ele atravessa e do outro lado começa a analisar a porta. Quando todos atravessam percebem que estão diante da porta de uma academia de conhecimento.

Luthiel pega a chave e abre a porta, que surpreendentemente é mais leve do que aparenta para o tamanho da rocha que se desloca. Do lado de dentro, encontram-se em uma espécie de ante-câmara com outra porta mais a frente. Duas argolar enormes são usadas para puxar a porta. O que se vê do outro lado nenhum dos viajantes imaginava. O silêncio que é quebrado apenas pelo som de lufadas de vento e a visão de uma pequena vila, aparentemente abandonada, e chamuscada por fogo. Muito fogo.

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Universitas

Sessão 07
Mestre: Raposo
Logger: Cebola
Jogadores: Balbi , Fernando, Heitor, Cebola

Reconhecimento

Descendo para a vila o grupo identificou que as casas estavam queimadas e abandonadas há muito tempo, com restos mortais de humanos, elfos e anões. Identificaram também corpos de goblinóides que morreram recentemente. O grupo se dirigiu ao maior prédio da vila e lá encontraram os restos de um grande refeitório, com salas que deviam servir como administração com vários papéis indicando compra de mantimentos.

O mapa

Depois desse prédio foram para o observatório, que se encontrava mais integro devido à sua estrutura mais robusta e lá encontraram um mapa do local com 3 marcações em algumas estruturas. (17, 20 e acima da cachoeira a esquerda)

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Se dirigiram então ao templo e lá encontraram três estátuas, sendo uma de humano, uma de elfo e a última de um anão. O resto do templo estava destruído mas conseguiram encontrar uns 2 castiçais de ouro.

Desconhecido do passado

Nesse momento aparece uma figura humanóide na entrada da vila, no alto do platô de onde desceram. Iodrick avista o vulto e prontamente pede para que se identifique. É uma mulher, que vai caminhando em direção a ele. O grupo, que estava investigando o prédio, sai ao ouvir o chamado de Iodrick.

Ao se aproximar do grupo, a mulher se identifica como Layla e pergunta por Anatel. Desconfiado e sem se identificar, Tuco (Anatel) pergunta o que ela quer com ele e ela então revela que é na verdade a mãe de Anatel. Após uma conversa e cumprimentos não muito calorosos o grupo perguntou o que ela estaria fazendo ali sozinha. Layla explicou que após muitos estudos conseguiu descobrir para que servia o artefato que carregava (na verdade, que ela roubou dos elfos quando Tuco ainda era um bebê, mas ele não sabe) e disse para o grupo que estava em busca dos tesouros que estariam guardados nesta vila. Explicou que havia mais dois artefatos, um guardado pelo humano e outro pelo anão, que serviriam para desativar as armadilhas e revelar o tesouro escondido. Provavelmente o dragão que destruiu a vila também estava procurando estes artefatos, se já não os tinha. Layla explicou que a elfa Nariel que cuidava do terceiro artefato, se teleportou do local para prevenir que o dragão que atacava a Universidade conseguisse colocar as mãos no tesouro.

Continuaram investigando as outras estruturas da vila e se depararam com algumas armadilhas, mas nada de mais grave aconteceu. Seguiram então as marcações no mapa e na primeira estrutura que foram identificaram como a residência da elfa. Como já tinham o artefato que seria dos elfos ignoraram a casa e foram em direção à segunda casa.

O limiar da loucura

No caminho se depararam com uns símbolos no chão (glyphs) que foram identificados por Etnos e assim o grupo os evitou. Já na porta da segunda marcação ouviram algumas vozes, umas agudas outras graves dizendo: “Entrem”; “Não entrem”; confundindo o grupo. Leon resolveu entrar, mas lá dentro estava tudo escuro, por meios mágicos. Uma vez lá dentro Leon teve uma uma visão extremamente real do dragão vermelho voltando e matando todo o grupo. Saiu gritando da casa desesperadamente.

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A residência de Harkon

Sessão 08
Mestre: Cebola
Logger: Heitor
Presentes: Raposo, Balbi, Fernando, Heitor.
Data: 03/06/2015

Léon, saindo dos efeitos da ilusão causada pela magia de proteção da sala, cisma que o dragão ainda está na montanha. Os restantes tentam dissuadi-lo. Preocupado, Etnos pede para que aguardem que ele prepare um ritual para detectar a presença de magia no local antes de tentar entrar novamente.

A morte é a única que está de pé

Enquanto isto, Luthiel, Tuco e Iodrick vão explorar as doze casas enfileiradas, ao centro do local. De todas, apenas duas não estão totalmente destruídas – as duas mais na ponta. Entrando na primeira casa, Tuco percebe, pelos livros e materiais usados, que se tratava de uma escola de necromancia. Numa seção com o teto rebaixado, Tuco avista um corpo estranhamente ressecado de goblin, segurando um tomo. Usando mage hand, ele remove o livro (acompanhado das mãos do goblin) e o inspeciona; não chegando a nenhuma conclusão, o carrega – usando o mage hand ainda – para que Etnos o inspecione.

Etnos detecta magia necromântica no livro, que ele deduz ser um livro de feitiços. Temeroso de que o mesmo tenha sido a causa da morte do gobling, ele o enrola em um bed roll e o guarda numa sacola.

Mais do que parece, menos do que aparenta

Usando o feitiço no prédio que seria a residência de Harkon, Etnos detecta muitos feitiços, principalmente de ilusão. Ele, Tuco, Jean, Iodrick e Luthiel entram. León, ainda temeroso, recusa-se a entrar, assim como Layla.

Assim que entram, deixam de ver os demais; ao tentarem se comunicar, suas palavras ecoam ininterruptamente, deixando todos atordoados. Tuco decide retornar mas, percebendo que a porta não está exatamente onde estava quando ele entrou, ajusta sua trajetória, mesmo que isto o leve ao que parece ser uma parede – e sai. Etnos tenta voltar também; sem a mesma percepção, indo em direção ao que achava ser uma porta, dá numa parede, que percebe ser de pedra. Luthiel vai até os livros (um mais grosso, com um olho na capa, e outros dois) e o pega. Iodrick e Jean também não conseguem encontrar a saída.

Etnos vai em direção aos livros, detectando ilusão em todos eles (e na mesa!); abre muitos. Pega um deles (com um olho na capa) e arremessa em direção à porta – ele bate, como se numa parede, e desaparece, reaparecendo na estante. Luthiel anda até a cama e investiga o criado-mudo, nada encontrando. Ele abre sua mochila para tentar ler o livro que pegou, mas ele havia desaparecido.

Etnos investiga as paredes e vai tateando-as, na esperança de conseguir localizar uma saída; acaba conseguindo, surpreendendo os que estavam fora. León fica furioso, tentando destruir a runa. Etnos retorna para tentar ajudar os demais, gritando para que tateiem a parede, depois sai. Dos demais, apenas Iodrick consegue entender seu recado e sai.

Luthiel repara que não parece haver uma fonte de luz no ambiente. Depois de vasculhar o local o tanto que pôde, ele decide ir tateando com o arco; León vê o arco saindo e puxa-o. Usando duas cordas de cerca de 15m, Etnos e Luthiel, após amarrar elas em suas cinturas, voltam ao prédio. Usando as cordas como uma “rede”, rondam o perímetro e conseguem pescar Jean e o puxam para fora.

León arremessa a corda, com um gancho, prendendo-a no telhado do prédio. Tuco, então, sobe pela corda. Etnos procura por pedras, para arremessar e procurar a janela. Vendo-o carregando muitas pedras, León lhe oferece um saco, ao que Etnos pergunta:

- “Por que, tem pedra aí dentro?”

Tuco sobe até o teto, que é de chão liso e firme, como numa laje. Depois ele desce, ficando na altura onde estaria a janela (ele constata que o lugar onde ele vê uma janela é uma ilusão) e tateando, mas nada encontra. Depois tateia o teto, com os mesmos resultados. Etnos procura entradas arremessando as pedras, e também não encontra nada.

Passam-se cerca de duas horas neste processo e escurece. O grupo decide desistir, ao menos por ora, indo ao observatório descansar. No caminho, passam pelo refeitório para pegar madeira para fazer uma fogueira.

“My Redses Stonesessss”

O grupo organiza seus turnos de guarda, mas Layla pede para não participar do rodízio; Luthiel pega um turno duplo. No turno de Jean e Tuco, este último percebe um vulto passando pela porta. Esconde-se, pouco depois ouvindo um sussurro por meio do feitiço message, dizendo para que ele saísse sozinho se quisesse saber informações sobre sua mãe. Tuco avisa Jean para acordar os demais, e sai; ao sair, recebe nova mensagem, dizendo-lhe que deveria ter saído sozinho, e não encontra ninguém.

Todos voltam a dormir. Ficando de guarda novamente com Jean, Tuco resolve fazer uma ronda fora do observatório. Então ele avista novamente o vulto, agora no templo. Este acena para ele e desce, alegando estar feliz de falar a sós; trata-se de um goblin, de postura altiva, maior, mais forte e com o olhar mais vivo do que os de sua espécie. Com os olhos vermelhos, ele revela uma pedra avermelhada encrustrada no lado esquerdo do seu peito, com o mesmo brilho.

Apresenta-se como Styx, e quer a ajuda do grupo. Ele explica que esta pedra, chamada Pedra Rubra, pode ser encontrada em maior número nas minas; é justamente a entrada para estas minas que se abriria com os três artefatos, dos quais Layla possui um. As pedras rubras seriam o tesouro que todos procuram. Ele mesmo não se lembra como conseguiu a sua, mas sabe que ela aumentou todas suas capacidades: sua força, velocidade, inteligência etc., e quer mais, para entender melhor como funcionam – Tuco repara que ele parece obcecado pelas pedras. Ele diz que vem observando o grupo, e que não acha que os demais membros apreciariam sua presença ou confiariam nele, por isto exige que Tuco não fale dele a mais ninguém. Ele também diz que desconfia de Layla, pois ela já esteve por perto em momentos de dificuldade do grupo e nada fez para ajudar.

Pedras em troca de segredos

Styx propõe um acordo: ele ajuda o grupo, inclusive dando pistas sobre como encontrar o caminho no prédio protegido por ilusões, e talvez até interferindo em caso de emergência, mas sob segredo, e contanto que ele possa adquirir outras pedras rubras ao final. Tuco reluta, mas aceita. Styx então o conta que o que a ilusão do prédio oculta é que o andar térreo na verdade é o segundo, e que o prédio prossegue no subterrâneo; eles deveriam retornar lá e procurar por um alçapão. Ele retorna ao observatório, conta a Jean que não encontrou nada, e termina seu turno.

No turno de Etnos e Luthiel, o primeiro decide sair para vasculhar o prédio da escola de abjuração. Este está destruído; mas, indo ao prédio de transmutação, ele encontra um livro que brilha com magia, semelhante ao que encontraram no prédio de necromancia. Etnos enrola este livro em seu lençol e o leva de volta.

De volta a casa

Ao amanhecer, Tuco alega ter tido uma ideia e querer retornar ao prédio com as ilusões. Luthiel considera isto uma perda de tempo e prefere ir à taverna; Jean o acompanha, mas os demais seguem com Tuco. Lá, a única coisa interessante que Luthiel encontra é uma garrafa, que ele avalia como sendo valiosa; enrola em seu lençol e guarda na mochila.

Tuco enrola-se numa corda, segurada por León do lado de fora, e segue vasculhando o chão. Após muito tempo ele encontra um alçapão, para além do qual há uma outra sala, semelhante à ilusória. Tuco amarra a corda na escada que desce do alçapão, sobe e chama os demais para seguirem-no pela corda; León lidera o caminho e, com alguns percalços, todos chegam à sala “verdadeira”.

Brinquedos de gente grande

Esta tem, numa das paredes, uma estante repleta de livros em excelente estado de conservação, bem como dois conjuntos de armadura de placas, cada uma segurando uma maça, com pares de espadas penduradas atrás delas. Oposta a esta, uma despensa, com uma mesa de refeição pequena, para uma pessoa, e uma cama larga, com armação, cortinas, e lençóis, bem conservados, de material excelente (provavelmente seda), ao lado do qual há um baú, fechado com um cadeado. Há um painel, com desenhos intrincados e estranhos, que deixam zonzo quem os vê por muito tempo. Todo o aposento está recheado de objetos valiosos: tapetes, garrafas e pratarias.

León se aproxima das espadas para inspecioná-las; quando está se aproximando, a armadura se move e o ataca. Em seguida as espadas atrás dela, levitado sozinhas, fazem o mesmo; então um dos tapetes igualmente os ataca. O grupo luta contra os objetos animados com alguma dificuldade, mas sai vitorioso, apesar de ferido, em especial Luthiel.

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A Casa de Theodor

Sessão 09
Mestre: Heitor
Logger: Balbi
Presentes: Raposo, Cebola, Fernando, Heitor, Bruno, Bhering.
Data: ????

Próximos mestres: Balbi, Heitor, Cebola, Raposo, Bhering, Bruno e Fernando

Na Casa de Harkon

Etnos faz ritual de detect magic e não percebe nada brilhando na sala.

Luthiel percebe que os livros estão mexidos nas estantes. Muitos volumes com anedotas, alguns contos de fadas élficos, nada em especial ou raro. Há um épico draconico, poemas e outros livros desorganizados.

Há um painel acima da lareira, um quadro estranho que intriga Leon, que passa um tempo tentando entender aquilo, até cansar e deitar enrolado no tapete que antes tentara sufocá-lo.

Tupã começa a procurar passagens secretas e analisar a construção. Pela exatidão e excelência dos cortes das pedras, fica claro que não é apenas um trabalho anão; é um trabalho que também utilizou magia.

Tuco passa a analisar uma arca muitíssimo bem feita, em madeira nobre, e percebe que está bem trancada e possui um selo arcano com uma assinatura aparentemente bem antiga, provavelmente de Harkon, o dono da casa.

Com cuidado, utiliza mage hand e abre o baú. Há poucas coisas lá dentro. Algumas moedas de ouro, 1.300 mais exatamente. Passa a investigar se há um fundo falso e percebe que há de fato. Com o auxílio de Tupã, levanta o fundo falso, mas não há nada embaixo.

O grupo sai de lá levando a prataria que enfeitava a sala; um conjunto de 10 itens valendo no total cerca de 1.000 gp e se dirige para a casa do anão no alto da cachoeira. Conforme se aproximam, reparam que é bem grande, um pé direito incrivelmente alto, com um anexo que possui uma chaminé e um moinho. Mais uma obra impressionante de anões complementado por magia, com arquitetura bem elegante e imponente. No alto da casa, há 3 estátuas. A do meio, parece um anão de robe, com uma mão pra cima e um tomo na outra. Nas extremidades, uma escultura de um anão com uma forja e na outra a de um anão com um machado. As linhas artísticas são retas, fortes e imponentes e as figuras têm proporções de anões, mas não chegam a detalhar isto especificamente, sendo as proporções das estátuas que delatam a natureza das criaturas retratadas.

Layla encontra o grupo e conversam sobre a casa do mago ilusionista. Pensam que o mago pode ter saído de lá com o que de valioso guardava no fundo falso do baú quando Roussef – o dragão – atacou.

Enfrentando o paredão

Chegando à cachoeira, Tupã utilizando a corda e o gancho de Leon, tenta escalar, mas despenca do alto e se machuca. O fighter então sobe com sucesso.

Enquanto isso, Jean percebe a partir da cachoeira um pequeno caminho que sobe talhado no perfil da pedra, quase imperceptível, delimitando um raio em torno da casa do anão. Etnos pensa que pode ser um ward ou algum tipo de demarcação arcana. Grita para Leon e avisa sobre esta possibilidade. Quando ouve isso, um medo incontrolável toma conta do guerreiro que desce esbravejando sem parar a respeito de criaturas malditas que estariam à espreita.

Presumindo que seja este o efeito de proteção da casa, o grupo resolve tentar subir novamente, mas fora da área protegida. Tuco retira o gancho lá de cima e traz novamente para baixo.

Tupã joga o gancho e sente ele firme. Ledo engano. Novamente, quando chega em certa altura, o gancho revela-se mal preso e solta-se quando o anão estava quase lá em cima, despencando. Etnos tenta subir mas com medo de se estatelar no chão desiste.

Iodrick insiste que devia haver uma forma mais fácil de subir, visto que não fazia sentido alguém precisar escalar aquele paredão para chegar à casa do anão. Layla dá razão ao rangeiro e passa a procurar alguma passagem secreta ou porta oculta na pedra.

Etnos consegue subir e fica a reconhecer o local. Enquanto observa, percebe de longe um vulto e ouve uma voz em sua mente perguntando quem o mandou e se havia sido enviado de Roussef. Ou dos goblins. Fala em língua anã. O mago conta que não é enviado de ninguém e que está lá por interesses arcanos, tentando mostrar-se pacífico. A voz se apresenta como Max, sentindo mais confiança no mago, que pede autorização para entrar e consegue por ser anão, as proteções não o afetariam. É avisado, porém, que se pegar algo da casa de Theodor, sofrerá com as consequëncias.

Leon dá falta de Layla, que aparentemente sumiu debaixo da cachoeira. Avisa os demais de
forma alarmista, que correm para lá. Molham-se e procuram por algo, mas nem vestígios da
mãe de Tuco.

Lá em cima, Max pergunta o que Etnos sabe sobre o massacre de Roussef. Depois que o
mago revela estar acompanhado e fala de Layla, a voz fica irritada e anuncia que Etnos está sendo usado, depois some.

Tupã tenta subir novamente e finalmente consegue. Os demais sobem, exceto Iodrick e Leon, que se ocupam em procurar Layla. O rangeiro segue os últimos rastros da mulher até uma parte mais úmida, saindo da cachoeira, e escala. Passa a subir atrás dela. Leon sobe por último, guiado pelo meio-elfo.

A casa de Theodor

De dentro da casa de Theodor sai um raio que explode perto. Etnos não identifica aquilio como magia e acha estranho. Ordena que Max pare e ele responde chamando o mago de tolo, que fala para todos a respeito de seu perigoso interlocutor.

Tupã utiliza taumaturgia, faz o chão tremer e com uma voz potentíssima clama por ajuda de Max, que passa a se comunicar mentalmente com o clérigo, pedindo sua ajuda para proteger importante tesouro anão do grupo com quem anda. O sacerdote tenta por meio de bajulação convencê-lo a permitir a passagem do grupo, mas ele se irrita.

A trilha de Layla mostra que ela está a circular o perímetro da marcação arcana em volta da casa, aparentemente invisível.

O grupo resolve invadir a zona demarcada pelo ward e sentem efeitos que confundem suas
mentes. Tupã sente arrepios ao ver em sua mente dois olhos sinistros, de diferentes tamanhos, Jean é atacado por pensamentos confusos, mas conseguem se concentrar.

De repente, assim que Luthiel fala sobre o anexo, todos ouvem um trovão e um berro de
mulher. Max fica agitado, certo do ataque dos invasores. Leon percebe uma pedra ao lado da casa, bem perto de Etnos, Luthiel e Jean, se transformando em uma atarracada criatura humanóide levemente mais larga que um anão. O guerreiro avisa nervosamente e todos se preparam para o que parece um combate eminente.

Iodrick com iniciativa atira uma flecha certeira que não parece causar muito dano. De repente desmoronam alguns pedregulhos da encosta e se transformam em outra criatura humanóide de pedra, identificado pela maioria do grupo como um elemental.

Etnos identifica a criatura como um Galeb Dur, um espírito elemental aprisionado em um meio físico, que consegue invocar outros semelhantes e mantê-los vivos enquanto neles se
concentrar.

Tupã faz uma magia de shatter que danifica a criatura principal e um pouco menos seu duplo, sendo alvo em seguida de algum efeito que quase consegue impedir seus movimentos, mas consegue superar com força. Já Luthiel é alvo de um raio que sai da janela leste e sofre com seus efeitos mas devolve uma magia de shatter semelhante à de Tupã, que desta vez afeta mais a cópia que o original.

Leon corre em direção às criaturas e no caminho atinge uma com um dardo, logo depois Iodrick acerta mais uma flecha no mesmo alvo. A cópia investe na direção do guerreiro e o
original na direção de Tupã, atingindo-o com um pesado soco que desencadeiam um choque da proteção que o sacerdote tinha investida em si.

Etnos mira no Galebdur principal e lança um míssel mágico que o abala bastante, mas não
ainda o suficiente para destruí-lo. Leon é novamente atingido pelo efeito de medo e foge com medo, enquanto Jean utiliza seu wand of magic missile e atinge a criatura, que dá sinais de que não aguentará mais muito tempo. Apesar disso, ainda suporta outra flechada certeira de Yodrick e ainda desfere outro bruto golpe na têmpora de Tupã, que cai em colapso.

Jean é alvo de outro raio que o atinge e queima suas sobrancelhas. Etnos percebe um pequeno tentáculo com um olho na ponta espiando pela janela, que identifica imediatamente como uma aberração ou criatura extraplanar.

Luthiel usa seu pipes of haunting e parece que o feitiço virou contra o feiticeiro: ele que sofreu os efeitos de medo enquanto Tuco acerta a criatura de pedra com sua flecha e a destrói, fazendo a cópia desmontar numa pilha de pedras.

Leon corre para junto de Tupã para resgatar seu corpo. Enquanto isso, uma criatura rosada se estica da casa e se revela flutuando, com dois olhos na ponta de tentáculos espreitando. Um deles mirando Jean e outro Etnos, que são alvos de magias. Jean parece resistir a efeitos mágicos enquanto o anão sofre com um raio.

Tuco mira na monstruosidade e erra. Leon tenta arrombar a porta da casa onde está o monstro mas falha. Jean faz feitiço de darkness em uma moeda, envolvendo-se em escuridão, enquanto Iodrick segue a trilha deixada por Layla.

O monstro volta a tentar se esconder mas sua posição não lhe cobre totalmente e passa a
xingar todos descontroladamente em anão na mente de todos que estão dentro da demarcação mágica. Ignorando seus brados, Etnos faz um firebolt na porta para destruí-la, tendo sucesso apenas em incendiá-la. Leon completa o serviço, e a porta destruída revela uma sala de estar com objetos e arrumação bem conservados. A mobília é de característica anã bem simples. Há tapetes vermelhos e uma escada ao fundo, à esquerda. O pé direito é imenso, a uns 15 pés de altura. Um corredor à esquerda outro à direita. Algo peculiar: era esperado encontrar a criatura na janela mas ela não está lá. Fica claro para Etnos que a parede interna é inclinada para dentro e que há uma parede perpendicular ao chão por fora, ficando a criatura, provavelmente, neste ângulo entre as duas paredes, utilizando a janela.

Luthiel cura Tupã, que entra na casa. Max sai pela janela revelando ter mais dois olhos e
Luthiel aproveita para lançar-lhe muitos xingamentos com o feitiço de Vicious Mockery. Tuco ataca a criatura com sua rapier e fura seu corpo macio. Leon, percebendo que o combate começou, sai correndo de casa e acerta uma espadada no ser redondo, que sofre.

Jean termina o serviço com seu wand of magic missiles e derrota a criatura.

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Diabretes, atas e feijão

Sessão 10
Mestre: Balbi
Logger: Heitor
Presentes: Heitor, Cebola, Bhering, Raposo, Fernando, Bruno
Data: ????

Após o combate com Max e a criatura de pedra, o grupo segue para explorar a sala de entrada. Iodrick vigia Layla, que está escondida atrás de uma pilastra, próxima ao anexo; ele se distrai por um momento e ela desaparece completamente de sua vista. Ele segue, então, para a sala principal, onde estão os demais.

Há, na sala, três saídas: dois corredores, à esquerda e à direita (sul e norte, respectivamente), e uma grande porta dupla em frente (oeste). Do corredor da esquerda há uma sensação de calor, e Iodrick detecta pegadas de goblin naquela direção, com traços de sangue. Ele e Tuco vão furtivamente inspecionar. Ao longo do corredor há três murais, que retratam reuniões aparentemente solenes, onde convivem sempre anões, humanos e elfos. O corredor termina em uma sala redonda com um teto em forma de domo, muito bem erigido, e uma mesa retangular de pedra no centro com alguns papéis espalhados; no centro da mesa há um círculo feito de carvão, que ainda emite um forte aroma, como se tivesse estado ativo há pouco. Nas paredes há espaços em baixo relevo onde possivelmente caberiam fontes de luz (lanternas ou tochas). Há também cadeiras de pedra espalhadas pela sala. Iodrick inspeciona o carvão com sua espada curta.

Etnos aproveita para realizar um ritual de detecção de magia. Ele, Tupã, Luthiel e Leon, na sala principal, ouvem duas vozes agudas vindas do corredor sul, conversando em uma língua que não compreendem, e cessam subitamente, como se percebendo a presença de outros. Jean, beirando este corredor, avista poças de cor forte, semelhantes a lava. Ele e Luthiel observam estas poças tomarem forma de pequenos humanóides chifrudos, que afinal são a origem das vozes. Eles avisam os demais na sala, mas, temerosos, decidem chamar Tuco e Iodrick antes de tomar qualquer atitude.

Iodrick sente as cinzas como que voltando a se ativar. Ele as deixa e passa a procurar passagens secretas. Tuco inspeciona os livros e papéis em cima da mesa retangular. São três livros pesados e grandes, escritos cada um em um idioma (elfo, anão e humano), contendo cada um diversas atas de reunião e relatos semelhantes, que provavelmente não saíram da sala. O que mais lhe chama atenção é uma assembleia particularmente conflituosa, com um catedrático e mais três representantes de cada raça, incluindo Harkon, Theodor e Nariel (a fundadora elfa) que deliberava, entre outras coisas, sobre um tesouro e sua guarda. Iodrick, afinal, por pura sorte, apalpa um pedaço de pedra que cede e, ruidosamente, faz surgir uma nova abertura na parede, onde há um livro de capa dura de couro.

Luthiel chega na sala para avisar dos diabretes mas, logo após o aviso, desvia sua atenção para uma das cópias dos livros na mesa. Enquanto os outros também chegam a sala, Luthiel apressadamente se põe a ler o material e, apesar da rápida leitura, percebe que:

1. havia perigo para a escola em guardar o tesouro ali;
2. a grande discussão passa a ser entre anões e elfos, que tinham reinos para onde levar o tesouro e escondê-lo (já que a escola mesmo não parecia adequada);
3. fala-se no tesouro como “futuro”;
4. também se fala em “libertar o tesouro”;
5. em profecias relativas ao tesouro.

Iodrick abre o livro que encontrou escondido, o que causa uma explosão de uma onda de calor, que o fere levemente. Etnos, Leon, Tupã e Jean também chegam à sala. Etnos vê magia no livro que Iodrick abriu e no carvão, este de invocação, o primeiro, abjuração, dizendo que não mexesse mais no livro. Iodrick, no entanto, ainda assim o abre, e a explosão atinge a ele, Jean e Luthiel, que fica gravemente ferido e inconsciente. Jean, lendo a página agora aberta, entende que este livro é um código, mais do que simplesmente escrito em código.

O carvão do centro da sala se reacende e começa a tomar forma. O grupo foge, com León carregando Luthiel, Iodrick e Tuco postados na entrada do corredor, e os demais para dentro dele. Dois diabretes, aparentemente feitos de magma, idênticos àqueles vistos no outro corredor, materializam-se. O grupo rapidamente, com vários feitiços e flechadas, elimina um dos dois diabretes, que explode ao morrer; antes que possam eliminar o segundo, porém, dois novos diabretes surgem do círculo de carvão. León, após deixar o inerte Luthiel em segurança, volta para a frente de batalha, partindo um dos diabretes ao meio (e sofrendo com a explosão). Um dos diabretes recém-surgidos cai vitimado por um feitiço de sono de Jean, enquanto o outro usa um feitiço que aquece a espada de Leon, obrigando-o a largá-la. Etnos usa um feitiço de thunderwave para atacar o diabrete remanescente, ao mesmo tempo em que dispersa o círculo de carvão, que explode, ferindo levemente a ele e a Tuco, que tinha avançado neste ínterim. Luthiel, revivido por uma poção de cura dada por Tupã, levanta-se e mata o último com uma flecha.

Findo o combate, Tuco e Iodrick vão investigar o outro corredor em busca dos diabretes. Nada encontram onde eles antes estiveram, e seguem. Adiante veem um nicho, quase adjacente à sala no final do corredor, com uma espécie de tubo de pedra, como se fosse um ábaco de pedra. A sala é semelhante à anterior, mas é uma espécie de depósito, com diversos barris, caixas etc. de mantimentos como minérios, quase todas abertas ou mesmo destruídas. Há também pedaços de corpos humanóides, provavelmente goblins, e algumas caveiras; na parede, do lado oposto ao do corredor, há um buraco, aparentemente produzido por forças externas. É deste buraco que vem o calor que o grupo sentiu antes; dele emana também luz avermelhada forte. Iodrick se aproxima e vê um corredor descendente, de onde vêm gemidos de sofrimento, como se de vítimas de tortura. Os dois retornam para a outra sala e contam aos demais o que viram e ouviram.

Enquanto o grupo está tentando decidir o que fazer, as armaduras de Tupã e Leon começam a brilhar e esquentar, causando grandes ferimentos em ambos. Luthiel avista dois diabretes pelo corredor, e usa shatter e depois, sleep, para tirá-los de combate. Tuco os mata com flechas. Depois disto, todos decidem que precisam descansar. Após muita discussão sobre onde fazê-lo, decidem ficar na sala de assembleia, mesmo. Iodrick usa um feitiço para colocar um alarme audível na entrada e revezam ele, Tuco, Luthiel e Jean de guarda. Usa também um goodberry e produz três frutas recuperadoras.

Logo no primeiro turno, de Iodrick, o alarme soa, despertando todos os membros do grupo. 8 poças de magma surgem no corredor. Luthiel toca sua flauta mágica, deixando cinco dos oito diabretes com medo; estes fogem de volta na direção do buraco na sala do outro corredor. O restante do grupo, embora sofrendo pesado dano com poderes de fogo de dois dos três diabretes, especialmente Leon, na linha de frente, rapidamente os elimina e foge da casa, descendo de volta pela corda, em direção ao observatório. Lá conseguem afinal descansar por 8 horas.

Ao amanhecer, Luthiel vai para fora do observatório e planta um dos feijões do Bag of Many Beans. Deste, brota uma criatura quadrúpede, com uma carapaça pontiaguda e larga mandíbula (um tatubarão, como Luthiel o batiza). O grupo tenta se espalhar, mas antes de conseguir, a criatura dá um salto, ferindo gravemente com seu peso e uma chuva de pedras Iodrick, Etnos e Leon. Tuco, que havia se escondido, revela sua posição com flecha certeira e corre, atraindo a criatura para a plantação próxima, onde Tupã se refugiava; a criatura salta em cima de Tupã e o derruba inconsciente. Tuco segue o atraindo e atirando, ajudado por Luthiel e Iodrick, que fazem o mesmo, até que a criatura afinal cai morta.

Findo o combate, Leon, Tupã e Tuco vão tirar satisfação com Luthiel pelo que consideram uso irresponsável do Bag of Beans. Acuado, Luthiel usa sua flauta, levando todos os três a fugirem assustados. Etnos, então, o paraliza com um feitiço.

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