Memórias Draconianas

Sessão 07
Mestre: Raposo
Logger: Cebola
Jogadores: Balbi , Fernando, Heitor, Cebola

Reconhecimento

Descendo para a vila o grupo identificou que as casas estavam queimadas e abandonadas há muito tempo, com restos mortais de humanos, elfos e anões. Identificaram também corpos de goblinóides que morreram recentemente. O grupo se dirigiu ao maior prédio da vila e lá encontraram os restos de um grande refeitório, com salas que deviam servir como administração com vários papéis indicando compra de mantimentos.

O mapa

Depois desse prédio foram para o observatório, que se encontrava mais integro devido à sua estrutura mais robusta e lá encontraram um mapa do local com 3 marcações em algumas estruturas. (17, 20 e acima da cachoeira a esquerda)

universitas.jpg

Se dirigiram então ao templo e lá encontraram três estátuas, sendo uma de humano, uma de elfo e a última de um anão. O resto do templo estava destruído mas conseguiram encontrar uns 2 castiçais de ouro.

Desconhecido do passado

Nesse momento aparece uma figura humanóide na entrada da vila, no alto do platô de onde desceram. Iodrick avista o vulto e prontamente pede para que se identifique. É uma mulher, que vai caminhando em direção a ele. O grupo, que estava investigando o prédio, sai ao ouvir o chamado de Iodrick.

Ao se aproximar do grupo, a mulher se identifica como Layla e pergunta por Anatel. Desconfiado e sem se identificar, Tuco (Anatel) pergunta o que ela quer com ele e ela então revela que é na verdade a mãe de Anatel. Após uma conversa e cumprimentos não muito calorosos o grupo perguntou o que ela estaria fazendo ali sozinha. Layla explicou que após muitos estudos conseguiu descobrir para que servia o artefato que carregava (na verdade, que ela roubou dos elfos quando Tuco ainda era um bebê, mas ele não sabe) e disse para o grupo que estava em busca dos tesouros que estariam guardados nesta vila. Explicou que havia mais dois artefatos, um guardado pelo humano e outro pelo anão, que serviriam para desativar as armadilhas e revelar o tesouro escondido. Provavelmente o dragão que destruiu a vila também estava procurando estes artefatos, se já não os tinha. Layla explicou que a elfa Nariel que cuidava do terceiro artefato, se teleportou do local para prevenir que o dragão que atacava a Universidade conseguisse colocar as mãos no tesouro.

Continuaram investigando as outras estruturas da vila e se depararam com algumas armadilhas, mas nada de mais grave aconteceu. Seguiram então as marcações no mapa e na primeira estrutura que foram identificaram como a residência da elfa. Como já tinham o artefato que seria dos elfos ignoraram a casa e foram em direção à segunda casa.

O limiar da loucura

No caminho se depararam com uns símbolos no chão (glyphs) que foram identificados por Etnos e assim o grupo os evitou. Já na porta da segunda marcação ouviram algumas vozes, umas agudas outras graves dizendo: “Entrem”; “Não entrem”; confundindo o grupo. Leon resolveu entrar, mas lá dentro estava tudo escuro, por meios mágicos. Uma vez lá dentro Leon teve uma uma visão extremamente real do dragão vermelho voltando e matando todo o grupo. Saiu gritando da casa desesperadamente.

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